domingo, 29 de julho de 2012

Crítica de Livro- Lolita

 Eu adoro livros sensuais. Não sei, é instintivo. É muito bom ler livros que falem sobre relacionamentos mais fortes, não muito da maneira pura da coisa. O livro Lolita é esse tipo de livro. Ele é quente, provocador e proibido (pelo menos naquela época). Não dá para se saber o que se passou na mente de Vladimir Nabokov. O autor realmente escreveu algo que ninguém havia imaginado antes (talvez praticado, mas não imaginado).
 O livro recebeu muitas críticas na década de 1950, sendo considerado sujo e que fazia apologia  à pedofilia. Lolita é um termo criado pelo próprio autor, significando "uma menina jovem, na idade de puberdade e corpo desenvolvido sexualmente". Para mim foi um livro que me deixou dividida entre o amor e a atração do professor Humbert.

 É um livro que se passa em primeira pessoa, então os sentimentos do personagem deveria ser óbvio. Mas para mim não foi. Achei que ficou confuso nessa hora. Humbert já era um homem que tinha grande interesse por meninas mais novas, mais na faixa de 17 ou 18 anos. Quando ele conhece Dolores, de 11 anos, a atração é maior ainda- e estranha. Não passa um momento em que ele entra em seu consciente e repara todos os detalhes de Lolita. É de uma certa forma bonita, mas obcecada.  
 Ele tinha uma necessidade muito grande da menina emocionalmente, mas ela não. Ela era independente, rebelde e algumas vezes cruel. Ela era o pecado, pois parecia gostar dele, mas gostava de pisar em seus sentimentos. Quanto aos sentimentos, é isso que me deixou confusa: Seria apenas atração ou realmente ou amor. No início do livro, ele mostrava-se apenas sexualmente atraído por ela, porém, conforme passa-se os dias, ele parece começar criar aquele respeito por ela. É aí então que ele começa a mostrar um declínio e desequilíbrio quanto a suas emoções. Ele tem a necessidade muito grande de "te-la", mas ao mesmo tempo, tem um carinho e respeito profundo por ela. 
 O problema maior era a mãe, Charlotte, que acaba se apaixonando por Humbert. E eis que a proposta da mãe surge: ou casa com ela, ou vai embora. Tenso. Ela gostava de Lolita, não podia ficar longe dela. Foi então aceito casar. O momento em que a mãe descobre seu diário e sua obsessão por Lolita, ele é ameaçado a ser presa. A mulher morre atropelada. Foi bem escrito, por que foi menos um trabalho e obstáculo na vida dos dois. 
 Quando Dolores cresce, ela logo fica noiva. É onde Humbert enlouquece e tenta matar o rapaz, a vida dos dois vira um declínio total. Isso por que Lolita não queria se separar. Já casada, Humbert quis separar os dois. É onde a obsessão de Humbert fica pior. Após a tentativa de assassinato, Humbert vai preso.
 Foi um amor-aventura entre os dois. Porém, mais aventura por parte dela e amor por parte dele. Quando ela fica mais madura mentalmente, essa atração proibida parece ter sido esquecida lá trás.
 "Lolita, meu pecado, minha alma. Lo-li-ta [...]Ela era Dolly na escola. Ela foi Dolores na linha pontilhada. Mas em meus braços era sempre Lolita".
 Espero terem gostado da crítica (-;

 Lolita (Filme de 1997)

Crítica de Livro- Formaturas Infernais

Esse livro realmente é uma ideia muito bacana por parte de autoras conhecidas. Ele foi escrito por Meg Cabot, Stephanie Meyer, Michele Jaffe, Kim Harrison e Laureen Myracle. Das cinco, só reconheci as duas primeiras, que são escritoras de O Diário da Princesa e Crepúsculo. São cinco contos de terror, baseados em dias de formatura, em que coisas estranhas acontecem. As autoras escreveram os seguintes:

  • A Filha da Exterminadora- Meg Cabot;
  • O Buquê- Laureen Myracle;
  • Madison Avery e a Morte- Kim Harrison;
  • Salada Mista- Michele Jaffe;
  • Inferno na Terra- Stephanie Meyer.

De todos que li, o que mais gostei foi O Buquê, simplesmente porque foi baseado em um conto já existente. E o lado "técnico", foi A Filha da Exterminadora.
 Gostei de A Filha da Exterminadora por que a autora Meg Cabot escreveu de uma maneira que eu estou trabalhando no meu segundo livro. Ela separa os capítulos de acordo com a visão dos personagens, em primeira pessoa. 
 O conto O Buquê é realmente encantador e estranho. Quando lemos algo, é natural imaginarmos as cenas em nossa mente (se você não faz isso, comece). É muito bom se colocar no personagem e se sentir encurralado na situação. Quando a autora disse ter se baseado em conto já existente, fiz questão de procurar. O conto se chama A Pata do Macaco. Ele fala da morte de um filho e que os pais usaram um buquê maldito para ressuscitá-lo. No conto de Laureen Myracle, é um pouco mais diferente. A personagem Frankie gostava de seu amigo Will e junto com ele e sua outra amiga Yun Sun, foram para a Madame Zanzibar para saber sobre a formatura. Frankie desejava que Will a convidasse, mas este era muito tímido. Ao encontrar o buquê na sala de Madame Zanzibar, Frankie deseja que Will a convide. Em um dia comum, sem que seu amigo ainda a convide, Frankie recebe um telefonema que Will havia morrido. Will havia subido na maior caixa d'agua da cidade, convidando Frankie para o baile, escrevendo nas estruturas. Frankie decide ressuscitá-lo, mas quando percebe o que fez, imediatamente desfaz o pedido.
 Confesso que no fim assustei. Deu um frio na espinha. O mais interessante é quando a autora diz: "Cuidado com o que deseja". É muita impulso da personagem, desde o começo ao fim. Normalmente, apenas pensa nas consequências quando já está no fio. 
 Os outros contos não me assustaram nem ao menos gostei. Algumas coisas não faziam sentido e parecia apenas momentos estranhos, sem ao menos saber como invadir o psicológico.
 Espero terem gostado a crítica (-;

 Conto: A Pata do Macaco


Crítica de Livro- Contos Libertinos

 Quem já leu os livros de Marquês de Sade já percebeu que o escritor foi um cara muito além de sua época, mais ou menos no século XVII. É o de se esperar de um livro clássico: o linguajar e maneiras da época. O caso é que Sade era aquele tipo de homem que remava contra a maré: Era ateu, não queria obedecer as leis impostas pela igreja e um fanático por sexo.Perfis totalmente fora do padrão correto na época. Sade escreveu vários contos sexuais, como 120 Dias de Sodoma e Contos Libertinos.
 Eu apenas li o segundo e posso dizer que ele era realmente "excitantemente" um gênio. Para começar, Sade conseguiu ir além ao seus contos. Eram estórias que teriam um pensamento de hoje em dia. Ele pouco se preocupava com o que as pessoas, o país, até Napoleão Bonaparte (que entregou-lhe o livro e o imperador mandou queimar) pensavam. Seu instinto sexual e talento eram muito maiores que isso. Foi aí que ele começou a chutar o balde e escrever mais e mais, até ser internado por loucura (quem viu o filme Contos Proibidos, sabe da história).


Os Contos Mais Saborosos

São vários contos no livro, mas os que mais me chamaram a atenção foram os "O Marido Padre" e "O Professor Filósofo". Por mais que Sade tenha sido muito sexual em suas estórias, pode-se perceber que ele não era tão explícito, mas sim sensual. Ele escrevia de uma maneira que seduzisse o leitor, faze-lo pedir mais e mais. Uma coisa curiosa em sua vida, é o seu "ódio" pelo catolicismo, principalmente por padres. Acredito que Sade era do tipo que acreditava que se um homem comum é de um jeito, o padre também é, afinal, sexualidade não escolhe. Vem aquele velho papo de que os padres mantinham relações sexuais com coroinhas e meninos.
 No conto "O Professor Filósofo" não é um padre, apenas um professor mesmo. Mas, apesar de seus ensinamentos ao seu discípulo, o professor era de caráter sujo e doentio. Em uma de suas aulas, ele chama outra menina, mais ou menos da mesma idade de seu discípulo. A "lição" era saber sobre a vida. É nesse momento que se chega ao voyeurismo. Sade tinha um encanto pela ingenuidade e pureza, mas para fazê-los mudar de lado.
 O conto "O Marido Padre" foi para mim tanto engraçado quanto comum hoje em dia. É a sua visão que ele tinha dos padres. Um casal morava perto da igreja e o marido era amigo do padre. No momento que o padre pede para o marido comandar a igreja por um dia, o padre se envolve com a mulher. O engraçado dos contos é o próprio linguajar, que digo. Era "Oh santa" pra cá, era "Oh alma pura" pra lá. Eu tive uma visão um tanto "forte" enquanto lia o conto. Imaginava o padre bem eufórico, quase desesperado.
 São contos muito bem feitos e vale a pena ler. É o tipo de livro que seduz o leitor o tempo todo. Para quem gosta mais de livros sensuais do que exageradamente sexuais (como contos eróticos de hoje em dia), os livros do Marquês de Sade valem muito a pena.
 Espero terem gostado da crítica (-;

sábado, 28 de julho de 2012

Crítica de Livro- O Vendedor de Sonhos

Augusto Cury é um cara que impressiona. Aliás, é um psiquiatra que impressiona. O seu livro O Vendedor de Sonhos- E a Revolução dos Anônimos é um retrato da sociedade, em que muitas vezes a pessoa fecha os olhos. O comportamento, as perdas, as importâncias chulas e modernismo é um dos elementos citados pelo Mestre.

A Filosofia nas Ruas

 Mestre era um mendigo de juntava pessoas ao seu redor, a fim de segui-lo e aprender com ele. Suas filosofias eram bastante fortes, de frases curtas, grossas e sérias. Ele não era, então, um morador de rua comum. Uma dos trechos do livro, refletindo sobre a sociedade, diz o seguinte: "Se as ideias são tão fortes a ponto de construir armas, deverão ser fortes o suficiente para encontrar soluções que não nos levem a usá-las". O personagem principal, a todo tempo caminhava como seu grupo, analisando o comportamento humano, instruindo seus discípulos.
 O livro é quase uma ideia sobre Jesus, de uma certa maneira. Segundo o próprio autor, ele foi ateu e um dos grandes. Não entendi exatamente o motivo de sua convertidão, mas a imagem de Jesus no livro é bastante óbvia ao personagem, porém interessante. Confunde-se se o autor ainda é ateu ou não. Não tem nada a ver com o livro, mas o que se diz sobre o autor é muito no livro também.O que achei estranho e achei difícil de analisar, foi os personagens Prefeito e Bartolomeu. Uma mistura de loucos-felizes e a vontade que Cury tinha para fazer um "stand-up comedy" com eles.
 Augusto Cury sempre em seus livros tem a ideia de instruir e influenciar as pessoas a não desistirem dos seus sonhos. Ele baseia-se em suas estórias o quão o homem é capaz de conquistar aquilo que deseja como pensamentos positivos e lutas. Eu sempre gostei de livros ou artigos que falassem sobre psiquiatria ou psicologia. É genial e humilde, quando as pessoas dividem o que sabem.
 O Mestre é o tipo de pessoa que largou tudo o que tinha, tudo o que acreditava que fazia mal a ele para conseguir encontrar uma maneira correta de viver e auxiliar quem mais precisasse. Ser egoísta é uma coisa que o ser humano quase não consegue deixar de ser, mas não é impossível. O mundo é viciado e louco pelo meio material. A pessoa que tem um celular e não vive sem ele, é um dos exemplos de como a tecnologia e os bens materiais são mais importantes que o homem em si. O dinheiro é algo que muitos querem largar. Querem mesmo, mas não sabem, pois senão não sobrevivem.
 "Sem sonhos, seremos servos do egocentrismo, vassalos do individualismo, escravos de nossos instintos. O maior sonho a ser vendido nessa sociedade consumista é o sonho de uma mente livre".
 Espero terem gostado da crítica (-;

Crítica de Livro- Traição Entre Amigas

 Não sou muito fã de livros que falem sobre adolescência- apesar de ter lido Crepúsculo. Sempre tive uma visão de que livros assim eram chatos, de gírias demais, comportamentos rebeldes que não dá para aguentar e paixões bobonas. Mas gosto de ter uma visão ampla de tudo antes de julgar.
 O livro Traição Entre Amigas é um retrato da adolescência, mas de uma forma interessante e eu vou dizer porque: A autora, Thalita Rebouças, é uma comediante em seus textos. Quem leu não pode dizer que não riu. As situações que ela coloca os personagens, tanto ao ridículo quanto ao louco são únicas. Quando peguei o livro eu pensei: "Deve ser aqueles textos sobre Justin Bieber e Backstreet Boys". Não. É um livro que se trata basicamente de problemas que toda garota adolescente passa ou já passou.



 Amigas X Rivais

 "Não dá Penélope! Não consigo beijar um cara depois de um 'oi". Eu me vi nessa "nerdizinha" recatada chamada Luiza. Luíza tem uma amiga chamada Penélope. Penélope é uma amiga que todo mundo quer ou já teve. Ela é baladeira, linda, vaidosa, companheira que te puxa da cama quando você está triste e diz: "Bora' badalar!". As duas não se separam nem pra ir ao banheiro- E que mulher não, né?. Elas fazem teatro juntas e Luiza namora Vicent- namora não, rola, alguma coisa do tipo. Vicent é um rapaz que todas as meninas desejam, deixando o ciúme em Luiza. 
 Eis que chega o dia em que Penélope fica com o Vicent, bêbada, mas fica. O amor das duas é uma coisa muito bonita que reparei, mas por um instante. Quando Penélope conta a Luza o que aconteceu, a mesma se "transforma". Os piores xingamentos são ditos e não achei que fosse da boca pra fora. Talvez por momento de raiva, mas achei sincero. 
 Luiza então resolve virar "rebelde" e a melhor arma para isso é ser o que não é na internet. Lá ela conhece o médico Gabriel. Bonitão, ouve The Beatles, Renato Russo, toca violão, quer ter filhos- quem não se apaixonaria, não é mesmo? Afinal, internet é onde a sinceridade... Não existe! A rebeldia de Luiza é engraçada. É do tipo "pra começar, vou quebrar um prato no chão!". Ela se coloca na internet como uma pessoa totalmente diferente do que é na vida real. O mesmo que Gabriel. Em momento de paixão, quando finalmente os dois se conhecem na vida real- na orla da praia, pra deixar clima romântico- aos poucos, Luiza começa a ver a real do novo namorado. Gabriel era casado, tinha filhos, mas quando a notícia foi dada, já era tarde: Luiza estava grávida. 
 Desde momento em seguida, foi o que mais me chocou. Gabriel a forçou a fazer o aborto. Quando se coloca em uma situação assim, é realmente delicado. Na verdade, difícil de expressar, simplesmente pelo fato de ser mulher. 
 Enquanto isso, Penélope foi estudar no exterior, com intuito de ser atriz, mas não consegue. Penélope para mim se mostrou mais madura depois do erro que cometera. Porém também engravidou, sem planejar antecipadamente.
 Luiza estava mais cruel e vingativa. Ela estava com aquela sensação de vingança, queria destruir a família de Gabriel. O reencontro entre as amigas não permitiu que Luiza continuasse com a ideia. 
 A personagem Luiza se mostra extremamente sentimental. Uma pessoa que apenas segue suas emoções e pratica suas ações impulsivamente. Penélope já é uma pessoa que sabe avaliar e mudar. E se a vida está ruim, ela sempre toma uma maneira de melhorar. Porém, é uma amizade forte. Elas estivam juntas no começo e no fim.
 Espero terem gostado da crítica (-;

Crítica de Livro- Saga Crepúsculo

Primeiramente, não li todos os livros da saga, apenas o primeiro. Livros grandes me dão curiosidade, (um pouco de medo) pois quando eu meço a largura eu penso: "Cara, é muita estória pra contar!". Eu gosto muito de escrever, mesmo, mesmo. Mas, não consigo me ver escrevendo um livro enorme! Por duas coisas o Crepúsculo me chamou a atenção:
1- O tamanho imenso do livro (não tanto quanto O Mundo de Sofia);
2- Por que as pessoas não paravam de comentar.
Como disse, não li todos, apenas o volume 1. É curioso como a autora Stephanie Meyer entra fundo nas emoções dos personagens. Ou a personagem. Isabella Swan.Gosto disso. Gosto de autores que escrevem com toda a emoção para mostrar a maneira que a personagem se comporta. Porém, Meyer foi além. Ela mostrou uma adolescente com problemas e frustrações comuns.Mas esse é ponto. Ela é uma garota com TODOS os problemas. Quando lemos ou assistimos a um filme e que o/a personagem seja dessa maneira, nós esperamos que ela supere e modifique para melhor. Bella não fez isso. Aliás, ela não teve (ou nem se deu) a oportunidade para isso. O mundo da Bella é envolto em um círculo, onde ela caminha nele.


A Estória a Fundo

 Isabella se muda para Forks. Ela é o perfil clássico e verdadeiro daquelas meninas que chegam em uma escola e não sabe com quem se enturmar (eu me vi nela nisso).Até que ela faz amizade rápido, pelo que li. Mas, então de repente, Bella vê o "menino-popular-bonito-que-ninguém-o-terá". Edward Cullen era um garoto branco, alto e diferente de todos em sua volta.
 Ele se sentava ao lado de outros Cullen no refeitório. Bella tem aquele "sentimentos de garota comum" por ele. Rapaz bonito, atração na certa, mas lógico, uma coisa fraca. O momento que mais me chama atenção (e talvez eu pule demais o livro, devo) foi a maneira que Edward ficava encantado, ao mesmo tempo enjoado pelo cheiro doce de Bella. Achei meio sedutor, menos por um momento: Edward estava apaixonado por ela. No mundo real, para que a pessoa chegue ao extremo do amor, é necessário muita convivência, compreensão e até discussão. Uma pessoa que bate o olho de do nada já é amor, é estranho e mal contado!
 Os sentimentos da Bella, é uma coisa que é contada em todo o livro. Ela é uma pessoa extremamente confusa, submissa e sem peito para nada. Todas as decisões que ela pensa são dadas a Edward e tudo que faz em sua vida são porcaria. Ou seja, ela não sabe mudar nada de ruim, simplesmente por que ela gosta de viver em dificuldades, que ela mesmo se coloca.
 Acredito que toda estória e livro tem um pouco do autor e a impressão que tenho de Stephanie Meyer é que ela é uma eterna adolescente-fantasiosa que quer tratar a realidade de uma maneira que não existe. Conforme se lê o livro, dá-se uma grande depressão. Se o leitor está feliz no momento, ao terminar o livro, vai chorar... mas de raiva. Alguns dizem: "É só um livro". Todos sabem que é. Tudo bem. Mas o livro é uma mistura de fantasia e realidade. Sentimentos não são fantasia e eu nunca encontrei alguém que se comportasse dessa maneira.
 Crepúsculo tinha tudo para ser um livro sedutor, como o Drácula, mas não foi. Simplesmente não foi.
 Espero terem gostado do meu ponto de vista (-;